Há tempos estou procrastinando abrir uma aba no navegador e escrever mais postagens no blog. Andei desanimada, e sempre que penso em fazer uma nova postagem eu fico procurando os motivos de porque ainda estar nesse blog, que à essa altura já é uma bagunça.
Visto que já estou aqui desde 2009 tendo altos e baixos, excluindo e refazendo blogs, posts e até trocando de nomes e personalidades. Às vezes tudo isso me deixa louca e me pergunto se quero mesmo continuar com esse lugar bagunçado que criei na internet, que é tão bagunçado quanto eu na vida real fora daqui.
Mas, eu prometi à mim mesma que faria postagens com mais frequência esse ano, afinal ano passado quase não teve nada por aqui, e eu meio que acabei tirando umas férias de todas as redes sociais, e isso fez um bem danado. Nem os livros que eu tanto amava ler eu estava lendo mais, e agora acho que está na hora de voltar a ser regular. O blog é um dos únicos lugares que eu ainda gosto de estar presente na internet, porque o resto já deu, e é drama demais para mim. Não consigo excluir minhas redes sociais e as deixo lá como lembranças de algo que um dia foi bom, mas o que eu ainda amo, eu vou tentar voltar aos poucos.
Tipo... Há mais ou menos três semanas atrás eu voltei a frequentar a biblioteca pública aqui da minha cidade que tanto amo, e peguei um livro do Stephen King e estou curtindo muito! Estou em uma fase de assistir e ler casos envolvidos com criminologia, e "Escuridão Total Sem Estrelas" coube perfeitamente nesse meu momento de "comeback" na leitura. Em breve devo trazer resenha desse livro, depois de eu colocar em ordem todas as postagens atrasadas do blog em dia.
Acreditem, tem muita coisa nos rascunhos que eu escrevi e estava com tanta preguiça, que não fui capaz de dar um click no "Publicar" para soltar as postagens que já estavam prontas. Mas ver alguns blogs que eu sigo há anos ainda de pé, firmes e fortes na web me deu um certo ânimozinho de voltar a ser frequente aqui, mesmo que ninguém mais visite e tenha me abandonado no meio do caminho.
A real é que lendo meus posts antigos eu acho tudo muito bom e fico me perguntando se foi eu mesma que escrevi aquilo com tão pouca idade, e os comentários sinceros que eu recebia na época eram tãooooo ♥ que senti falta disso. Eram bons tempos!
Talvez eu mude tudo por aqui de novo para se encaixar no momento em que estou da minha vida agora. E se tudo der certo... Caramba!!! Eu vou ter muita coisa legal para registrar, e eu só tenho que controlar minha ansiedade que estava tão atacada esses dias que eu não parava de tremer e passei muito mal.
Estou tentando ir com calma e ser paciente, mas eu queria ser o que eu sou de verdade e conseguir mostrar minha real personalidade, e isso explica meu sumiço também. Estou me esforçando ao máximo para colocar tudo isso para fora e finalmente ser real. O único lugar em que isso acontece é no meu tumblr, em que mostro quem eu sou pelas fotos que outras pessoas tiraram.
Na vida real eu estou completamente sem paciência com as pessoas e me tornando cada vez mais apática, e me pergunto diariamente como foi que me tornei isso! Eu queria resgatar meu velho eu de volta, porque eu preciso de quem eu era. O tédio e a ansiedade me definem agora e eu meio que não gosto disso.
Mas a série que eu gosto "The end of The Fucking World" vai voltar em Novembro e eu estou feliz.
E ontem eu descobri que mais um dos meus crushes da infância/pré adolescência Teddy Geiger passou pela transição de gênero e fiquei me lembrando do quanto eu amava e repetia mil vezes a música "For you I will" dela, até todo mundo aqui em casa brigar comigo para trocar de música. E fiquei pensando na tamanha coincidência, porque todos os meus crushes dessa época acabaram passando pela transição, começando pela Andreja Peijic que eu falava sempre aqui no blog.
Em fim, era para eu estar postando outra coisa, mas meus pensamentos me direcionaram à isso e eu só deixei fluir.
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
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10/09/2019
20/08/2019
It's okay, Not to be okay sometimes
Por esses primeiros dias de 2019 fiquei pensando se eu deveria postar as fotos que faltaram de 2018, ou se eu deveria simplesmente deixar ir... Mas como eu disse em algum desses últimos posts passados, eu acabei tornando esse blog algo como uma cápsula do tempo, para que eu pudesse me recordar das minhas memórias mesmo que fossem ruins ou não fosse algo legal pra postar aqui no blog.
Com isso me senti mais livre para não exigir tanto de mim mesma, e decidi postar sobre um dos dias em que meu humor estava péssimo. Me refiro ao dia 14/09/18, que minha irmã tinha acabado de se despedir do emprego dela, e estava cheia da grana, mas o estresse estava tomando conta de todo mundo aqui em casa devido a diversas situações. Então nesse dia saímos para distrair depois de tentar resolver alguns problemas que a Jess estava tendo com os papéis da demissão.
Nós comemos uma tábua deliciosa no shopping e depois fomos para o parque municipal aqui de BH, e eu estava gostando muito daquele momento, mas algo estava me deixando triste. Mas apesar de tudo eu queria muito ficar bem como eu disse no meu post sobre meus humores de 2018, e eu nunca pensei que daria tão certo o simples ato de dizer à mim mesma pra ficar bem.
No meio do passeio eu já não estava mais triste e consegui aproveitar muito aquele momento, e no fundo só queria deixar registrado aqui esse dia, porque foi quando eu tomei as rédeas dos meus sentimentos novamente e comecei a de fato a ficar bem.
Acabou que nós decidimos ir para uma praça que tem próxima da igreja e meu humor ficou igual daqueles gatinhos malhumorados que tem na internet, e juntou todos os meus pensamentos de crise existêncial e a noite mal dormida que eu havia tido e ferrou com tudo!
De fato, esse foi um dos dias que não consegui mudar meu humor mesmo sendo um momento legal, e só fiquei bem quando fomos pra casa, para eu conseguir dormir no final do dia.
Nós comemos uma tábua deliciosa no shopping e depois fomos para o parque municipal aqui de BH, e eu estava gostando muito daquele momento, mas algo estava me deixando triste. Mas apesar de tudo eu queria muito ficar bem como eu disse no meu post sobre meus humores de 2018, e eu nunca pensei que daria tão certo o simples ato de dizer à mim mesma pra ficar bem.
No meio do passeio eu já não estava mais triste e consegui aproveitar muito aquele momento, e no fundo só queria deixar registrado aqui esse dia, porque foi quando eu tomei as rédeas dos meus sentimentos novamente e comecei a de fato a ficar bem.
Ainda fiz amizade com um gatíneo que deixou minha perna cheio de pelos brancos.
É claro que nem tudo são flores e tive uma recaída no dia 14/10/18, que tivemos um momento em família novamente e dessa vez com minha prima Dayana. Nós fomos pra igreja no domingo de manhã e foi incrível, e depois nós queríamos passear, e sugeri o shopping mas ninguém quis ir. Aí o mau humor começou daí, porque ninguém nunca quer fazer nada que eu sugiro.Acabou que nós decidimos ir para uma praça que tem próxima da igreja e meu humor ficou igual daqueles gatinhos malhumorados que tem na internet, e juntou todos os meus pensamentos de crise existêncial e a noite mal dormida que eu havia tido e ferrou com tudo!
De fato, esse foi um dos dias que não consegui mudar meu humor mesmo sendo um momento legal, e só fiquei bem quando fomos pra casa, para eu conseguir dormir no final do dia.
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| Olha quanto tédio |
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| Eu dormi literalmente! |
Nem essa árvore maneira me deixou feliz nesse dia. :(
E a conclusão que tive de tudo isso é que haverão dias que você vai conseguir contornar a sua tristeza e vai ficar bem, mas terá outros dias que isso realmente não será possível e você provavelmente nem vai saber qual foi o motivo que te levou para aquele estado emocional, mas está tudo bem, não estar bem de vez enquanto!P.$.: Meses depois desses dias meus exames chegaram e eu descobri que eu estava com falta de vitaminas nos sangue, e que esse era um dos motivos que estava afentando diretamente no meu humor e me deixando bem mais depressiva que o normal e com sono excessivo. Desde então venho tratando isso, e assim que comecei a tomar as vitaminas me sinto bem melhor, mas resolvi sumir do blog mesmo assim para me recuperar por completo. Mas a mensagem desse post não deixa de ser importante! :)
22/06/2019
O peso da vida adulta
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| Representação de mim mesma tentando não surtar, mas já surtando com coisas insignificantes. |
Todos ficamos presos em um único ponto da vida até que a morte venha nos tirar desse lugar, e mesmo assim ninguém quer ir com ela, pelo medo do desconhecido.
Outrora somos todos pássaros enjaulados que mesmo estando fora da jaula não sabe mais voar.
Quando foi que a vida se tornou tão opressiva? De repente comecei a sentir todo o peso da responsabilidade, e mesmo eu tendo amadurecido antes do tempo, tudo parece ainda mais pesado do que antes.
Tenho um monte de decisões pra tomar e me pergunto se estou vivendo uma adolescência que não vivi, ou se é isso mesmo a vida adulta, porque deveria ser mais fácil agora não é mesmo?
Pensei que eu já tinha atingido o nível máximo de sofrimento naquela época, mas eu tenho experimentado algo completamente novo agora e isso me assusta um pouco.
Será que todos já sabiam que seria assim e não me avisaram? Do que estavam me poupando se eu descobriria de qualquer forma?
Minha perspectiva sobre a vida agora é completamente nova, e caramba eu penso demais no fim.
x x x
Escrevi esse texto no celular enquanto eu estava no metrô hoje mais cedo observando uma parte que provavelmente é restrita no museu que há de frente pra estação. De repente comecei a pensar que tudo era pra ser nosso e deveríamos ter acesso a tudo nesse mundo, mas por algum motivo não é. E quando cheguei em casa ainda tentando não surtar resolvi liguar a tv para assistir desenho, que é a melhor opção pra mim quando estou com peso demais da vida. E o que estava passando no momento era O Incrível Mundo de Gumball, que apesar de eu não curtir muito assisti assim mesmo. E então teve aquele momento em que um desenho te ensina uma lição sobre o mundo...07/01/2019
2018 Moods
Já faz um tempo que não faço retrospectivas aqui no blog, e o motivo é preguiça mesmo e também porque esses últimos anos todos não foram tão produtivos.
Bom, em 2017 minha cachorrinha Hannah morreu e eu não fiquei nada bem, afinal ela era a única coisa que eu tinha certeza que era minha, e até então ela era a minha única conquista, e não ter mais ela fez com que eu me sentisse muito inútil. Aí o ano virou e só não digo que foi a pior virada de ano porque a de 2015 pra 2016 meu amorque merda. Meu emocional já esteve pior, mas eu nunca havia experimentado essa dor de perda tão intensa quanto senti em 2018.
E então meus primeiros meses de 2018 foram todos comigo ouvindo Lil Peep sofendo por dois, porque ele morreu um dia depois da Hannah em 2017 e eu questionava muito o porque de ambos terem partido. E eu ouvia todo o "COWYS pt 1" fora as músicas do Peep que tem no Soundclound como "Move on, be strong" que eu sentia que era um tapa na minha cara pra ser forte. Mas a que eu mais ouvia nesse período era "Problems".
Isso me deu uma bad vibe horrorosa e sim, eu quis morrer! Passei os três primeiros meses me arrastando pela vida. E nem as músicas mais felizes do mundo estavam ajudando dessa vez. Mesmo assim eu queria ficar bem e continuei indo nas minhas aulas de canto até porque eu não conseguia mais ficar em casa, o que antes era meu refúgio agora me lembrava a Hannah e me fazia mal. Também continuei indo na igreja como sempre porque é minha válvula de escape e eu precisava mais do que nunca de Deus.
Nesse mesmo período do começo do ano, eu não sentia que estava evoluindo com a minha voz e meu professor Franklin marcou um ensaio com a banda da escola de música, depois que eu contei sobre meu sonho de infância de ter uma banda. Foi uma merda? foi! E durou só dois ensaios porque eu estava péssima e me colocaram pra cantar "Dani California" do Red Hot Chilli Peppers, mais conhecida como Dani Clabresa por mim e o Franklin hahah. Acho que a gora a vibe já flui.
Com minhas aulas de canto fui convidada pelo meu professor à participar da inauguração da casa de artes dele e infelizmente minha instabilidade emocional não me deixou finalizar o projeto por completo, e não consegui participar do teatro, porque minhas emoções afloravam demais e eu não me sentia bem ainda. Tudo que eu queria era socar alguém no meio da cara e ver sangue jorrando. Eu estava com muita raiva e nem sabia do quê ao certo. Então decidi sair do projeto até mesmo, porque eu estava pegando uns bicos que caiam nos mesmos dias do ensaio, mas ainda assim consgeui me apresentar na parte do coral e cantamos o coro "The Lord Bless You And Keep You" na inauguração e me senti feliz por voltar a fazer o que eu amo e minha mãe estava lá reprovando meu glitter na cara (como sempre), e não tenho fotos desse dia porque eu fiquei sem celular quase o começo do ano inteiro e tinha vendido minha câmera no ano anterior.
De repente em maio eu me sentia um pouco melhor, e já estava começando a aceitar que tudo na vida tem de partir e lá estava eu com "Dark Necessities" como hino de recuperação fazendo a frase "You and I, both know, Everything must go away".
E foi então que em uma sexta, quando eu estava em mais um bico eu recebi a notícia de que minha avó que já estava internada há mais ou menos um mês havia falecido, e eu caí de novo. O tema passou a ser "Goodbye Angels" na minha playlist e como cheguei a comentar "aqui", tudo veio à tona e eu não sabia nem por quem eu chorava no enterro.
Com tudo isso eu ainda queria estar bem e eu lutei muito por isso, e mesmo assim em todos os passeios em família eu sempre estava muito triste e de mal humor. Eu tentava aproveitar o momento, mas eu acabava sempre atacando alguém. Por isso fiquei sem postar quase em 2018 inteiro, e ainda estou pensando se posto esses dias como throwbacks, porque tirei boas fotos apesar de tudo.
Mas aí veio a música que mais me descreveu e dizia tudo e mais um pouco sobre os meus esforços de ficar bem, "No Tears Let to Cry" e eu nunca quis tanto ficar bem em todo o meu histórico de depressão da vida. Eu sentia que eu mesma havia escrito essa música, mas naquele momento a verdade é que todas as músicas que eu escrevia ainda eram bem tristes, e confesso que ainda são.
E em junho depois de ter passado 2017 inteiro tentando achar um estúdio, aconteceu a maior história de coincidências da minha vida que eu fui trabalhar na casa de uma menina que eu havia assistido um clipe da música dela no youtube e ela me indicou o estúdio caseiro que ela estava trabalhando os novos projetos dela, e em junho de 2018 eu consegui gravar minha primeira música bem emo por sinal.
De início eu postei a música, mas percebi que ainda faltava algo. Quando eu escvrevi ela eu já não estava tão inspirada e a bad tinha batido de novo e quando estou nesses momentos eu só quero dormir. Acredito que o pessoal lá do estúdio até me achou meio estranha e nem eu sei explicar a forma que eu agi. Mas a real era que eu estava achando tudo uma bosta e nem era culpa deles e sim minha por sempre estar exigindo muito de mim mesma em tudo. Acontece que agora coloquei mais letra e sinto que essa primeira música está pronta pra ganhar vida novamente e espero conseguir regravar em breve.
Também voltei a ter aqueles sonhos estranhos que me inspiravam a escrever histórias e deu na telha de passar minhas histórias à limpo numa plataforma que encontrei de livros e até agora acho que é a melhor e se chama Inkspired. Claro que não terminei de passar nenhuma à limpo, mas já foi um grande recomeço em meio ao caos. Quanto ao livros que li durante o ano eu só li 5 por completo e 3 deles eram infantis. Os outros que tentei ler que eram 13 no total foram todos abandonados. Eu realmente não tinha mais vontade de ler nada. Em compensação assisti muitos filmes e séries e ultrapassei a marca do ano de 2017.
Aos trancos e barrancos eu estava conseguindo voltar no eixo e comecei a postar no blog novamente. Fiz alguns poucos desenhos, mas odiei todos o suficiente pra não querer postar em nada. Voltei a postar no instagram com mais frequência e só abria o facebook pra jogar aqueles joguinhos bobos e passar o tempo enquanto ouvia música ou deixava um vídeo rolando no youtube.
Acredito que meu maior desafio foi suportar toda essa montanha russa de emoções cuidando da Vitória, a menina 5 anos que ficou comigo todos os dias desde o começo do ano. Ela vinha depois que chegava da escolinha. Ela não era nada fácil de lidar e me tirava do sério definitivamente. Além de que ela fazia nozinhos nas minhas tranças enquanto a gente assistia "As Aventuras de Lady Bug". Nós duas fizemos muitos desenhos juntas e tiveram alguns momentos legais, mas comemorei muito quando ela entrou de férias, e na penúltima sexta de dezembro foi o último dia dela aqui em casa, e eu senti que podia respirar de novo.
- Fiz muitas entrevistas de emprego que não fui chamada.
- Fiz muitos bicos e em um dos bicos que eu fazia minha patroa me deu um celular que estava sem uso na casa dela e pude voltar a ser um ser humano normal que tem celular.
- Assassinei Emily, meu pseudo e no meio do ano resolvi que ia voltar a usar o nome u.u. Sim sou meio bipolar.
- Saí com a Jeissi uma de minhas colegas antigas pra comprar livros e fui confundida com funcionária da livraria por uma senhora rica que me achou com cara de pobre.
- Comprei 4 livros sem poder gastar grana e compliquei minha vida, porque todas as minhas contas atrasaram.
- Fiz Parceria com a loja online ToSave.
- Fiz bastante vendas na minha loja do Colab55.
- Pintei meu cabelo de vermelho e voltei a ficar careca.
- Colocamos tv à cabo e eu perdi todas as premiações do mesmo jeito, porque sou trouxa! E achei a MTV de agora um lixo! Saudades da minha infância. Mas meu twitter apareceu no MTV Hits no especial de aniversário da Lana Del Rey em uma das poucas vezes que assisti e resolvi participar do rolê.
- Teve a história do pato que nem me lembro mais como que começou, mas envolveu várias pessoas no whats e me rendeu boas risadas com minha prima Dayana e meu amigo Colin Rich, e agora nós só despedimos na língua do pato: Quack!
- Recebi poucas cartas nesse ano dos grupos de cartas que participo.
- Comprei perfumes depois de mais ou menos quatro anos seguidos sem usar, por causa da alergia e porque eu não ligava mesmo.
- Comprei batons e quase já estava sem nenhum.
- Minha cor de esmalte do ano foi vermelho e fiquei tão inspirada, que por um tempo só rebloguei coisas na estética vermelha no meu tumblr. Mas já voltei pro preto é claro, mas acho que esse ano minha cor vai ser verde escuro que venho curtindo desde o final de 2018.
- Não posso me esquecer dos vários tombos que tomei e rasguei minha calça, no outro bati o mesmo joelho que dói até hoje, e machuquei meus desdos com uma bota maldita que me deu bolhas, e agora vivo com dores nas costas, porque estou tendo de lavar as roupas daqui de casa na mão depois que a máquina de lavar estragou.
- Eu e a Diana fizemos muito papel de trouxa esse ano e tirei uma foto dela em um dia que nós duas andamos pra caramba e quase morremos.
- Comprei um fone que foi caro e só durou 3 dias e o cara da loja havia jurado pra mim que era tão bom quanto o que eu comprava e que saiu de linha. E ainda era original a bagaça que comprei na Leitura e eles não faziam trocas.
- Assiti muitos desenhos como Jovens Titãs em Ação, O Gato de Botas e Ursos Sem Curso.
- Tomei muito sorvete!!!
- Teve festinhas infantis e o chá de bebê da Carol, uma antiga amiga da escola, e não sei cadê as fotos pra colocar aqui.
- Teve um monte de festas de família e virei meme no nosso grupo. E eu até iria postar uma foto de todo mundo junto aqui, mas não teve um que prestou de tanta bagunça que nós fazemos nas festas. Ah e queria deixar registrado que meu pai participou em uma das festas que foi dos dia dos Pais na casa do meu tio e isso é uma raridade de acontecer, porque ele não gosta de pessoas assim como eu hahaha.
- Reencontrei minhas amigas do Cheer no aniversário da Dani.
- Em outubro comecei a escrever um diário depois de anos, porque eu queria contar do dia em que vi uma menina que tinha sido minha amiga, e agi tão estranho que fiz papel de trouxa e não estava conseguindo lidar com isso. Aí estou escrevendo esse diário até hoje (quando dá na telha), mas era tanta coisa que eu queria escrever que acabei não escrevendo sobre esse episódio estranho da minha vida. Ahh e ainda descobri que não sei mais escrever corretamente e erro toda hora aff.
- Desenhei a Diana, e no aniversário da minha irmã Jess desenhei ela como presente de aniversário.
- Fiz um monte de exames em setembro,outubro e novembro para saber o motivo da minha exaustão e descobri que estava com falta de vitamina D e em dezembro comecei a tomar remédios manipulados para tratar. Também tentei pegar sol, mas só choveu desde então. E tive frascos de comprimidos com meu nome pela primeira vez na vida!
- Com esses exames todos tive meus seios tocados por três médicas diferentes fora a que quase furou minha costela pra ver meus órgãos. E aparentemente está tudo bem, mas as dores no seio constatou um bagui que esqueci o nome que olhei no google e é tipo pequenas bolinhas de água que dão dentro do seio e estava me causando certas dores. A médica diz que não é nada grave e estou bem agora, mas esperando a mamografia em breve. E o outro exame era pra saber sobre os disparos de coração e não deu nada também, e provável mente era viadagi minha com todo o stress.
- Teve outro projeto que seria apresentado no dia 6 de dezembro na escola de artes do meu professor e eu acabei optando por não participar de vez, apesar de ter ido em alguns ensaios, mas eu estava um lixo de novo, mas esse sentimento passou graças a Deus! A música que iríamos cantar seria "Ave Verum Corpus Christi".
- Esse foi um dos últimos dias da Vitória aqui em casa.
- Meu celular rachou a tela em dezembro e tive que gastar meus últimos centavos consertando. Consequentemente parei as aulas de canto por tempo indeterminado.
- Consegui comprar uma peruca preta em novembro pelo ebay, que chegou muito rápido e em dezembro já pude começar a usar pra tirar as fotos que eu queria.
- Consegui assistir o show curtinho da Ariana Grande que passou no canal Multi Show e fiquei feliz :)
- Saí pela última vez pra tirar fotos com a Diana em 2018 no museu e devo postar em breve. E nesse dia eu estava péssima e tive dor de cabeça pra fechar o ano bem sqn.
cagada pra me lembrar caso eu me esqueça de algum detalhe.
Bom, em 2017 minha cachorrinha Hannah morreu e eu não fiquei nada bem, afinal ela era a única coisa que eu tinha certeza que era minha, e até então ela era a minha única conquista, e não ter mais ela fez com que eu me sentisse muito inútil. Aí o ano virou e só não digo que foi a pior virada de ano porque a de 2015 pra 2016 meu amor
E então meus primeiros meses de 2018 foram todos comigo ouvindo Lil Peep sofendo por dois, porque ele morreu um dia depois da Hannah em 2017 e eu questionava muito o porque de ambos terem partido. E eu ouvia todo o "COWYS pt 1" fora as músicas do Peep que tem no Soundclound como "Move on, be strong" que eu sentia que era um tapa na minha cara pra ser forte. Mas a que eu mais ouvia nesse período era "Problems".
Nesse mesmo período do começo do ano, eu não sentia que estava evoluindo com a minha voz e meu professor Franklin marcou um ensaio com a banda da escola de música, depois que eu contei sobre meu sonho de infância de ter uma banda. Foi uma merda? foi! E durou só dois ensaios porque eu estava péssima e me colocaram pra cantar "Dani California" do Red Hot Chilli Peppers, mais conhecida como Dani Clabresa por mim e o Franklin hahah. Acho que a gora a vibe já flui.
Com minhas aulas de canto fui convidada pelo meu professor à participar da inauguração da casa de artes dele e infelizmente minha instabilidade emocional não me deixou finalizar o projeto por completo, e não consegui participar do teatro, porque minhas emoções afloravam demais e eu não me sentia bem ainda. Tudo que eu queria era socar alguém no meio da cara e ver sangue jorrando. Eu estava com muita raiva e nem sabia do quê ao certo. Então decidi sair do projeto até mesmo, porque eu estava pegando uns bicos que caiam nos mesmos dias do ensaio, mas ainda assim consgeui me apresentar na parte do coral e cantamos o coro "The Lord Bless You And Keep You" na inauguração e me senti feliz por voltar a fazer o que eu amo e minha mãe estava lá reprovando meu glitter na cara (como sempre), e não tenho fotos desse dia porque eu fiquei sem celular quase o começo do ano inteiro e tinha vendido minha câmera no ano anterior.
De repente em maio eu me sentia um pouco melhor, e já estava começando a aceitar que tudo na vida tem de partir e lá estava eu com "Dark Necessities" como hino de recuperação fazendo a frase "You and I, both know, Everything must go away".
Com tudo isso eu ainda queria estar bem e eu lutei muito por isso, e mesmo assim em todos os passeios em família eu sempre estava muito triste e de mal humor. Eu tentava aproveitar o momento, mas eu acabava sempre atacando alguém. Por isso fiquei sem postar quase em 2018 inteiro, e ainda estou pensando se posto esses dias como throwbacks, porque tirei boas fotos apesar de tudo.
Mas aí veio a música que mais me descreveu e dizia tudo e mais um pouco sobre os meus esforços de ficar bem, "No Tears Let to Cry" e eu nunca quis tanto ficar bem em todo o meu histórico de depressão da vida. Eu sentia que eu mesma havia escrito essa música, mas naquele momento a verdade é que todas as músicas que eu escrevia ainda eram bem tristes, e confesso que ainda são.
De início eu postei a música, mas percebi que ainda faltava algo. Quando eu escvrevi ela eu já não estava tão inspirada e a bad tinha batido de novo e quando estou nesses momentos eu só quero dormir. Acredito que o pessoal lá do estúdio até me achou meio estranha e nem eu sei explicar a forma que eu agi. Mas a real era que eu estava achando tudo uma bosta e nem era culpa deles e sim minha por sempre estar exigindo muito de mim mesma em tudo. Acontece que agora coloquei mais letra e sinto que essa primeira música está pronta pra ganhar vida novamente e espero conseguir regravar em breve.
Também voltei a ter aqueles sonhos estranhos que me inspiravam a escrever histórias e deu na telha de passar minhas histórias à limpo numa plataforma que encontrei de livros e até agora acho que é a melhor e se chama Inkspired. Claro que não terminei de passar nenhuma à limpo, mas já foi um grande recomeço em meio ao caos. Quanto ao livros que li durante o ano eu só li 5 por completo e 3 deles eram infantis. Os outros que tentei ler que eram 13 no total foram todos abandonados. Eu realmente não tinha mais vontade de ler nada. Em compensação assisti muitos filmes e séries e ultrapassei a marca do ano de 2017.
Aos trancos e barrancos eu estava conseguindo voltar no eixo e comecei a postar no blog novamente. Fiz alguns poucos desenhos, mas odiei todos o suficiente pra não querer postar em nada. Voltei a postar no instagram com mais frequência e só abria o facebook pra jogar aqueles joguinhos bobos e passar o tempo enquanto ouvia música ou deixava um vídeo rolando no youtube.
- Fiz muitas entrevistas de emprego que não fui chamada.
- Fiz muitos bicos e em um dos bicos que eu fazia minha patroa me deu um celular que estava sem uso na casa dela e pude voltar a ser um ser humano normal que tem celular.
- Assassinei Emily, meu pseudo e no meio do ano resolvi que ia voltar a usar o nome u.u. Sim sou meio bipolar.
- Saí com a Jeissi uma de minhas colegas antigas pra comprar livros e fui confundida com funcionária da livraria por uma senhora rica que me achou com cara de pobre.
- Comprei 4 livros sem poder gastar grana e compliquei minha vida, porque todas as minhas contas atrasaram.
- Fiz Parceria com a loja online ToSave.
- Fiz bastante vendas na minha loja do Colab55.
- Pintei meu cabelo de vermelho e voltei a ficar careca.
- Colocamos tv à cabo e eu perdi todas as premiações do mesmo jeito, porque sou trouxa! E achei a MTV de agora um lixo! Saudades da minha infância. Mas meu twitter apareceu no MTV Hits no especial de aniversário da Lana Del Rey em uma das poucas vezes que assisti e resolvi participar do rolê.
- Teve a história do pato que nem me lembro mais como que começou, mas envolveu várias pessoas no whats e me rendeu boas risadas com minha prima Dayana e meu amigo Colin Rich, e agora nós só despedimos na língua do pato: Quack!
- Recebi poucas cartas nesse ano dos grupos de cartas que participo.
- Comprei perfumes depois de mais ou menos quatro anos seguidos sem usar, por causa da alergia e porque eu não ligava mesmo.
- Comprei batons e quase já estava sem nenhum.
- Minha cor de esmalte do ano foi vermelho e fiquei tão inspirada, que por um tempo só rebloguei coisas na estética vermelha no meu tumblr. Mas já voltei pro preto é claro, mas acho que esse ano minha cor vai ser verde escuro que venho curtindo desde o final de 2018.
- Eu e a Diana fizemos muito papel de trouxa esse ano e tirei uma foto dela em um dia que nós duas andamos pra caramba e quase morremos.
- Comprei um fone que foi caro e só durou 3 dias e o cara da loja havia jurado pra mim que era tão bom quanto o que eu comprava e que saiu de linha. E ainda era original a bagaça que comprei na Leitura e eles não faziam trocas.
- Assiti muitos desenhos como Jovens Titãs em Ação, O Gato de Botas e Ursos Sem Curso.
- Tomei muito sorvete!!!
- Teve festinhas infantis e o chá de bebê da Carol, uma antiga amiga da escola, e não sei cadê as fotos pra colocar aqui.
- Teve um monte de festas de família e virei meme no nosso grupo. E eu até iria postar uma foto de todo mundo junto aqui, mas não teve um que prestou de tanta bagunça que nós fazemos nas festas. Ah e queria deixar registrado que meu pai participou em uma das festas que foi dos dia dos Pais na casa do meu tio e isso é uma raridade de acontecer, porque ele não gosta de pessoas assim como eu hahaha.
- Reencontrei minhas amigas do Cheer no aniversário da Dani.
- Em outubro comecei a escrever um diário depois de anos, porque eu queria contar do dia em que vi uma menina que tinha sido minha amiga, e agi tão estranho que fiz papel de trouxa e não estava conseguindo lidar com isso. Aí estou escrevendo esse diário até hoje (quando dá na telha), mas era tanta coisa que eu queria escrever que acabei não escrevendo sobre esse episódio estranho da minha vida. Ahh e ainda descobri que não sei mais escrever corretamente e erro toda hora aff.
- Desenhei a Diana, e no aniversário da minha irmã Jess desenhei ela como presente de aniversário.
- Fiz um monte de exames em setembro,outubro e novembro para saber o motivo da minha exaustão e descobri que estava com falta de vitamina D e em dezembro comecei a tomar remédios manipulados para tratar. Também tentei pegar sol, mas só choveu desde então. E tive frascos de comprimidos com meu nome pela primeira vez na vida!
- Com esses exames todos tive meus seios tocados por três médicas diferentes fora a que quase furou minha costela pra ver meus órgãos. E aparentemente está tudo bem, mas as dores no seio constatou um bagui que esqueci o nome que olhei no google e é tipo pequenas bolinhas de água que dão dentro do seio e estava me causando certas dores. A médica diz que não é nada grave e estou bem agora, mas esperando a mamografia em breve. E o outro exame era pra saber sobre os disparos de coração e não deu nada também, e provável mente era viadagi minha com todo o stress.
- Teve outro projeto que seria apresentado no dia 6 de dezembro na escola de artes do meu professor e eu acabei optando por não participar de vez, apesar de ter ido em alguns ensaios, mas eu estava um lixo de novo, mas esse sentimento passou graças a Deus! A música que iríamos cantar seria "Ave Verum Corpus Christi".
- Esse foi um dos últimos dias da Vitória aqui em casa.
- Meu celular rachou a tela em dezembro e tive que gastar meus últimos centavos consertando. Consequentemente parei as aulas de canto por tempo indeterminado.
- Consegui comprar uma peruca preta em novembro pelo ebay, que chegou muito rápido e em dezembro já pude começar a usar pra tirar as fotos que eu queria.
- Consegui assistir o show curtinho da Ariana Grande que passou no canal Multi Show e fiquei feliz :)
- Saí pela última vez pra tirar fotos com a Diana em 2018 no museu e devo postar em breve. E nesse dia eu estava péssima e tive dor de cabeça pra fechar o ano bem sqn.
* Essa lista está toda fora de ordem nos acontecimentos dos fatos, mas é a vida u.u
x x x
Isso é tudo que consigo me lembrar de 2018 agora. E quando parei para observar todas esses meus humores e acontecimentos do ano, eu percebi que estava vivendo minhas 5 fases do Luto e consegui entender bastante coisas quando li sobre. Agora essas experiências são minha inspirações para um possível EP que tenho pensado à respeito desde o ano passado. E foi só por isso que vim fazer essa retrospectiva x x x
E esse foi o primeiro textão de 2019. Até breve!
16/09/2018
Too Sad to care 18.02.18
Estávamos em fevereiro e eu estava bem sad como de costume, mas dessa vez tinha pelo menos um motivo sólido. Perdas são sempre muito difíceis e a forma como lidei com isso dessa vez foi abandonando tudo que eu gostava (tipo o blog). Deixei tudo nos rascunhos e sumi de vez. Eu não tinha vontade de fazer absolutamente nada e os seis primeiros meses desse ano eu me lembro de apenas ter dormido e sentido vontade de ✩ morta!
O estágio seguinte foi me conformar e não ligar mais. Nada fazia diferença, e veio mais perdas e voltei para o estágio número um. Nos enterros eu nem sabia pra quem eu chorava (rindo pra não chorar).
Mas no meio disso tudo em fevereiro eu completei 21 anos (a nova idade das superstars terem overdose e morrer), e em meio de todo esse turbilhão de sentimentos e coisas loucas que estavam acontecendo eu ganhei mais uma festa surpresa. Me lembro de estar tentando ficar bem então eu não estava tão lixo quanto na festa surpresa que ganhei no aniversário de 18.
Emfim esse texto tosco é só uma breve explicação pelos posts tão atrasados, afinal estou me organizando e postando tudo agora. E também é para postar as fotos que tirei no dia da festa e os registros que fiz dos meus 21. De cara limpa e com a vista do cemitério haha.
Tenho gostado bastante de deixar a foto bem lixo com quase nenhuma edição e com bastante ruído. Acho que isso representa a minha personalidade e tudo que tenho sentido de uns tempos pra cá.
O estágio seguinte foi me conformar e não ligar mais. Nada fazia diferença, e veio mais perdas e voltei para o estágio número um. Nos enterros eu nem sabia pra quem eu chorava (rindo pra não chorar).
Mas no meio disso tudo em fevereiro eu completei 21 anos (a nova idade das superstars terem overdose e morrer), e em meio de todo esse turbilhão de sentimentos e coisas loucas que estavam acontecendo eu ganhei mais uma festa surpresa. Me lembro de estar tentando ficar bem então eu não estava tão lixo quanto na festa surpresa que ganhei no aniversário de 18.
Emfim esse texto tosco é só uma breve explicação pelos posts tão atrasados, afinal estou me organizando e postando tudo agora. E também é para postar as fotos que tirei no dia da festa e os registros que fiz dos meus 21. De cara limpa e com a vista do cemitério haha.
Então é isso!
26/06/2018
A sensação de estar empacado na vida.
"É fácil demais ficar empacado. Cê só fica com essa ideia fixa de ser alguma coisa, de ser especial ou maneiro ou sei lá o quê, ao ponto de nem saber mais por que precisa disso; cê só acha que precisa." - O Teorema Katherine
Eu meio que caí na real esses dias que eu não saía do lugar porque eu realmente queria muito ser alguma coisa e o fato de eu ter medo de não conseguir ser o que eu queria acabava me privando de realmente ser. Acontece que inconscientemente a gente meio que deixa de experimentar o novo porque está fora do que você idealizou e do que você quer. E até há uns tempos pra trás eu ainda achava que as coisas não tinham acontecido porque eu não estava tentando o suficiente.
Sabe... eu acabei chegando nesse ponto de me questionar todos os dias se eu realmente queria isso pra minha vida e porque eu estava me esforçando tanto por isso. Valia mesmo a pena tudo isso? Me vi repassando as listas de prós e contra um milhão de vezes.
Na real eu percebi que eu me cobrava muito porque eu queria que as pessoas me levassem a sério e acreditasse no que eu quero, tanto quanto eu. Às vezes parece que ninguém se importa não é mesmo!?
A questão é que tudo isso diz repeito a crescer e ter de fazer escolhas, e automaticamente o mundo inteiro parece ficar te esperando dar certo, mas no fim tudo só importa mesmo pra você. Então como se dizia o Mika "Relax take it easy", porque tudo acontece no tempo certo e cada um tem seu próprio "time" de dar certo na vida.
O livro retrata exatamente essa fase que divide a adolescência do início da fase adulta, e os personagens sofrem todas essas pressões que na época em que li o livro eu não havia entendido muito, até agora. Mas acredite você não está sozinho! Acha que o John Green escreveu essa história como? Certeza que ele passou por altos perrengues pra conseguir descrever isso. Além do mais todo mundo meio que vive essa crise na vida e uns reagem bem e outros nem tanto. (Estou entre os que nem tanto)
No final (na real é só o começo) eu estou aprendendo a ter calma e a controlar minha ansiedade louca, porque na hora certa as coisas se ajeitam. E porque tem que ser tudo tão sério e certinho? A vida é feita pra cometer erros e aprender com eles não é mesmo? É hora de sair da bolha e parar de ficar tão empacada na vida.
03/05/2018
Throwback: Primeiro emprego e os sonhos que se foram...
Já faz um tempo que estou com preguiça de vir aqui no blog fazer postagens, mas aí me lembrei que eu tinha algumas postagens guardadas nos rascunhos, e no meio deles eu encontrei um mini texto onde eu desabafava sobre meu primeiro emprego. Acontece que desde essa época muita coisa mudou e eu dou graças a Deus porque agora consigo ver o quanto eu evoluí, e eu nunca pensei que uma experiência tão ruim quanto essa me traria coisas positivas agora.
E EIS AQUI O TAL TEXTO ESCRITO NO DIA 29.12.2015
Durante o ano todo fiquei pensando em como eu descreveria uma experiência dolorosa como essa, mas aqui estou nos últimos dias de dezembro escrevendo em uma tentativa de desabafar uma experiência difícil que foi esse primeiro emprego que tive.Para começar no ano de 2014 fiz o Enem para poder entrar na faculdade que eu ainda não sabia qual (eu tinha várias opções em mente). Fui sem ter estudado, mas ainda sim consegui uma boa nota que me proporcionou o 4ª lugar na bolsa do prouni para design de moda, mas não foi o suficiente já que só deram uma bolsa. Como sou uma pessoa que não tem paciência para esperar e nem anos para perder eu corri e me matriculei na faculdade sem bolsa nem nada, e isso não foi lá uma boa ideia. Em desespero de como eu iria pagar, comecei a procurar empregos em todos os lugares e até mesmo para lojas de shopping, e então fui contratada para uma loja de varejo (que eu gostava de fazer compras lá inclusive), e eu pensei que fosse ser legal, mas o trabalho era escravo. Eu chegava às 14:00h e saía às 22:30h, nem via a luz do dia indo embora e tinha de ficar o tempo todo em pé carregando roupas para lá e pára cá. Atender os clientes, ir no estoque, pegar roupas do provador, arrumar o setor e tirar um tempo pra oferecer cartão para as pessoas. No final do dia quando eu sentava no ônibus (isso quando eu conseguia sentar), meu sangue parecia que tinha parado de circular e eu sentia caibras terríveis nas pernas e muitas dores nos braços, por carregar tantas roupas de uma vez. Eu também precisava ficar na porta da loja fazendo pesquisa de satisfação e quando não tinha ninguém (se não fosse sexta, sábado e domingo), eu pegava uma caneta e registrava nos mini papéis alguns sentimentos e coisas idiotas.
Fiquei nesse emprego somente os três meses de experiência e dei no pé.
EIS AQUI A CONCLUSÃO DESSE TEXTO
Nessa época eu matei mesmo todos o meus sonhos de adolescente para me tornar uma adulta (Embora eu não me sinta uma ainda, mas estou trabalhando nisso). Matei minha alter ego Emily Jacky que eu usava no meu antigo blog e me arrependo um pouco porque eu já tinha conquistado muitas coisas, mas acredito que os ciclos precisam ser concluídos e a Emily não fazia mais parte do que eu iria começar naquele momento. Também matei meus sonhos de trabalhar com música e ter uma banda, me desiludi com a faculdade que tranquei no ano seguinte e me senti uma fracassada por estar abandonando tudo. Mas a verdade é que agora eu estou formando novos sonhos, começando novos ciclos e estou me auto conhecendo e aprendendo a ter paciência que é o mais importante. Eu descobri minha verdadeira essência e personalidade, e estou descubrindo mais coisas a cada dia, e isso está sendo lindo. Estou aprendendo a ser mais positiva e acreditar em mim mesma, apesar de ser muito difícil já que eu passei a vida toda me auto depressiando. E uma das coisas mais importantes que estou aprendendo comigo mesma agora é resgatar antigos sonhos que podem sim fazer parte dos meus novos ciclos.Tenho certeza que não sou mais a mesma e me orgulho disso agora. Toda dor foi e está sendo um grande aprendizado. E estou muito feliz de conseguir concluir um texto aqui no blog sem toda aquela nuvem negra que eu costumava ter, e sem fazer com que a pessoa que veio ler queira morrer depois. :)
Ahh e eu estou me esforçando para terminar as coisas que eu começo como esse texto e outros que eu nunca terminei.

















































